Paulista 2013 – Semifinal SPFC 3 (0) x (0) 4 SCCP”

Pênalti batido pelo Ganso. Cássio permaneceu imóvel no centro do gol.

Pênalti batido pelo Ganso. Cássio permaneceu imóvel no centro do gol.  
Pênalti batido pelo Alessandro. Rogério Ceni se adianta antes da batida na bola. Independentemente de não ser convertido, a regra determina que o lance deveria ser repetido. Pênalti batido pelo Alessandro. Rogério Ceni se adianta antes da batida na bola. Independentemente de não ser convertido, a regra determina que o lance deveria ser repetido.

Pênalti batido por Luis, o “Fabuloso”. Cássio se adiantou antes da batida, e o lance deveria ser repetido.

Pênalti batido pelo Pato. Dispensa comentários. Talvez Ceni quisesse iniciar um contra-ataque para o São Paulo.

Pênalti batido pelo Pato. Dispensa comentários. Talvez Ceni quisesse iniciar um contra-ataque para o São Paulo.

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Corinthians x Ceará – Erros e acertos da arbitragem.

Gol impedido do Ceará - O atacante Nicácio, instantes antes do cruzamento, está à frente dos zagueiros corintianos.

No 1º tempo:
6 min – Leandro Castan cabeceia a bola, que bate na cabeça do zagueiro e vai pela linha de fundo, escanteio para o Corinthians não marcado;
14 min – Impedimento mal marcado de Paulinho, que entrou sozinho na cara do gol;
38 min – Lance para expulsão de jogador do Ceará, que dá solada no joelho do William: apenas foi dado o cartão amarelo.
2º tempo:
4 min – Em cruzamento na área do Ceará, o zagueiro empurra Paulinho dentro da área. Nada marcado.
Lances polêmicos:
17 min do 2º tempo – volante Heleno toca em Welder na linha de fundo pelas costas. A meu ver, não foi pênalti, mas se o árbitro quisesse inventar, poderia dar pênalti.
37 min do 2º tempo – Bola cruzada na área do Corinthians e atacante do Ceará marca o gol. A imagem das TVs mostrou que ele estava impedido. Sem contar que se o juiz validasse este gol, certamente não haveria o gol aos 39 min. Vide imagem congelada.

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Rogério Ceni e a farsa, segundo o próprio clube, da proposta do Arsenal.

A questão está muito mal formulada e muito mal entendida. Milly Lacombe acusou Ceni de ter falsificado um documento. No programa ela afirma isso claramente, mas ao longo do seu comentário, ela vai amenizando a acusação de falsificação. Mas o dano já tinha sido feito. Não há como se desfazer os efeitos de um declaração danosa, mesmo que fosse feita a tentativa de desmentido no mesmo programa, pelo simples fato de que algumas pessoas poderiam ter desligado a Tv e saído por aí propagando a notícia de díficil comprovação futura, mas que poderia causar danos irreversíveis à imagem do são paulino. Como se sabe, jogadores vivem da imagem e graças a ela, ele podem fazer contratos milionários e até vitalícios se utilizando dessa imagem.
A ação judicial de Rogério Ceni teve por objeto simlesmente a acusação de falsificação de documento. E não que a proposta do Arsenal seria verdadeira. Aliás, uma reportagem da Folha de 04/08/2006, sobre essa tal proposta, afirma o seguinte: “Só que o Arsenal e o empresário Oliveira Júnior, envolvido no caso, negaram que existisse proposta oficial. Nem sequer havia uma sondagem.”. O link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u106580.shtml
Nesse mesmo sentido, o próprio São Paulo se empenhou em provar que jamais houve proposta do Arsenal por Ceni. O link: http://www.terra.com.br/esportes/2001/07/05/067.htm
Se isso é verdade, então Rogério Ceni realmente mentiu e inventou a tal proposta, porém, ninguém pode provar que ele tenha falsificado o tal documento ou uma assinatura. Trata-se aqui de mais um dos infindáveis casos de filigranas jurídicas, em que um acusação verdadeira, porém mal formulada, pois houve uma acusação sem provas, deu motivo a Ceni de impetrar uma ação penal contra a jornalista Milly Lacombe. Que ao final ele ganhou e restou que não foi provado que ele falsificou o documento. A jornalista deveria, ao invés de acusar Ceni de falsificação, ter remetido seu comentário aos fatos de que Ceni ou seu empresário teriam apresentado um documento ou fax com proposta do Arsenal, mas que ficou provado, por documento oficial, pelo São Paulo de que jamais houvera proposta por Ceni, sem nunca tê-lo acusado, expressamente como fez, do crime previsto no artigo 298 do Código Penal Brasileiro: “Falsificar, no todo ou em parte, documento particular ou alterar documento particular verdadeiro:
Pena – reclusão, de um a cinco anos, e multa. ”
Em suma, apesar de ter razão na questão, a jornalista Milly Lacombe agiu como principiante e de maneira até leviana ao acusar Ceni de praticar crime. Porém, isso em nada invalida seus comentários sobre o jogador Rogério Ceni, pois uma coisa nada a tem a ver com a outra.
Restou saber na questão toda quem teria mentido de fato, já que não havia proposta, se o próprio Ceni ou se seu empresário, ou ambos. E até mesmo se chegou a existir tal fax ou se a afirmação de Ceni, que segundo o clube Arsenal é falsa, foi apenas verbal.

Obs.: Este comentário que aqui deixo não serve aos pobres diabos que, seja lá por que motivo for, mal sabem raciocinar e sempre tiram conclusões apressadas e sempre tomando a parte pelo todo. Infelizmente, essas criaturas mentalmente pobre sequer sabem do que eu estou falando. Comentários rudimentares de seres desprovidos de inteligência ou raciocínio serão prontamente ignorados. Como dizia minha avó, para não sair fedendo o melhor é não mexer com fezes. Fezes que esse elementos defecam nos blogs e sites nos quais eles, pretensamente, pretendiam “comentar”.

Todos tem direito de ser mentalmente miseráveis, mas eu não tenho a obrigação de ler as imbecilidades que escrevem.

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A pseudo-polêmica dos Mundiais da FIFA.

Muitos torcedores rivais do Corinthians, ou como prefiro, os anticorintianos, sempre dizem que o Corinthians não tem nenhum título internacional, e mais precisamente, não tem nenhum Mundial. E quando o fazem, se autoproclamam bi, tricampeões mundiais e,  para isso, somam os títulos da falecida Copa Intercontinental, como era conhecida antes dos anos 80, e os da Copa Toyota de 80 a 2004.

Perguntam os algozes do Corinthians: “como pode ele ser campeão do Mundo sem ter ganho a Libertadores? Outros apregoam, como arautos da verdade: “Para ganhar o Mundo é preciso atravessá-lo”, com isso querendo dizer que somente aquele que vence o torneio continental é que pode disputar um Mundial  “de verdade”.

Dizem que o Corinthians é uma espécie de Todo Poderoso, que manda e desmanda inclusive no futebol mundial, inclusive nas Confederações europeia e sulamericana, e que este “Torneio de Verão” teria sido encomendado pelo Corinthians, juntamente com seu patrocinador, para que, enfim, ele pudesse ter seu campeonato internacional.

Torneio este, do qual o Corinthians teria sido “convidado”. Aliás, alegam que foi uma bagunça generalizada e que todos foram convidados e que, pasmem, não havia nem o campeão da Libertadores, o pré-requisito básico, uma espécie de condição “sine quae non” para ser campeão mundial!

Portanto, este  tipo de “convite” seria coisa nova à época (1999) e só teria sido inventado para beneficiar o mal de todos os males: o Sport Club Corinthians Paulista, ou melhor (ou pior), o Curíntia (sic).

Muitos dizem que a FIFA reconhece todos os Mundiais, digam-se por Mundiais aqueles realizados de 1960 a 2010, com exceção do de 2000 no Brasil, é claro. Dizem em alto e bom som que o campeão Mundial de 2000 é o adorado e amado Boca Juniors (só nesse momento, pois todos se arvoram em defender o direito do clube hermano em detrimento do mal maior: o Curintia). Quando não está o Corinthians no meio, os anticorintianos o consideram como o Boca Juniors/ARGH!

Eis que, porém, na página do Boca no site da FIFA está bem claro: “3 Toyota Intercontinental Cup: 1977, 2000, 2003″
Ou seja, 3 Copas Intercontinentais: 1977, 2000 e 2003.  Assim como no próprio site do Boca ( http://www.bocajuniors.com.ar/el-club/titulos ): TÍTULOS INTERNACIONALES
(…) Copa Intercontinental 1977 | 2000 | 2003

Ou seja, a FIFA não considera as Copas Intercontinentais como títulos mundiais. Ora, Mundial é que nem Copa do Mundo: no mínimo tem de ter 1 reprsentante de cada continente (ou Confederação)!  Não vou nem discutir aqui a validade ou a importância desses torneios intercontinentais, mas apenas relatar o fato.

Veja a página do São Paulo no site da FIFA, por exemplo ( http://www.fifa.com/classicfootball/clubs/club=28153/index.html ):

“1 FIFA Club World Cup: 2005, 2 Intercontinental Cups: 1992, 1993 ”. Não resta dúvidas.

Diferentemente da página do Corinthians ( http://www.fifa.com/classicfootball/clubs/club=239/index.html ) :
“1 FIFA Club World Cup: 2000″ ou como a própria FIFA diz: “A primeira vez.
O Campeonato Mundial de Clubes da FIFA no Brasil foi o primeiro evento do futebol internacional no novo milênio” ( http://pt.fifa.com/tournaments/archive/tournament=107/edition=3692/overview.html )

Quanto ao tal “convite”, que seria uma falcatrua perpetrada pelo Corinthians, mal sabem os “antis”, que esta vaga que foi destinada ao Corinthians em 2000, tem sido religiosamente preservada desde a Copa do Mundo de 1930, quando o Uruguai foi sede e, claro, teve a sua vaga. Dirão alguns que todos foram convidados, e é verdade, mas ocorre que em todas as Copas seguintes, a partir de 1934, mesmo com o advento das eliminatórias, sempre estava ali, definida, uma vaga pra seleção do país-sede. Assim também ocorre na Copa das Confederações, sempre há uma vaga pré-definida para o país-sede ( http://www.rsssf.com/tablesi/intconcup.html#09  ou http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_das_Confedera%C3%A7%C3%B5es#Lista_de_edi.C3.A7.C3.B5es ) .

Li até alguém reclamar, também, dizendo que em 2000, os jogos da última rodada da classificação foram invertidas para beneficiar o Corinthians.  Ora, o Mundial foi feito em duas sedes: Maracanã e Morumbi. Logo, não seria possível fazer os dois jogos ao mesmo tempo. Óbvio! Vejam só até que ponto chega o anticorintianismo xiita. Querem até revogar a lei de Newton (na verdade, nem foi ele diretamente), que diz que “dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo”.

Ora, mais injusto que isso é a regra atual de se colocarem diretamente nas semifinais os clubes europeus e sulamericanos.  Quanto a isso não vi nenhum xiita reclamar.

Bem, voltando ao Mundial de 2000, participaram dele todos os 5 continentes (na verdade, as 6 confederações, Ásia, África, Oceania, Europa, América do Sul e América Central e do Norte – CONCACAF). Porém, há outra celeuma, e esta verdadeira, a de que o campeão da Libertadores não foi o do ano de 1999 (Palmeiras) e sim de 1998 (o Vasco).  Já foi divulgado na imprensa e é sabido pelos torcedores mais bem informados que o Palmeiras cedeu sua vaga para o Vasco, com a promessa de disputar o Mundial de 2001, que inclusive informa o site internacional RSSSF, não foi realizado devido à falência da ISL, parceira da FIFA e que seria disputado pelos campeões da Libertadores de 1999 e 2000, além de outros.  ( http://www.rsssf.com/tablesf/fifa-wcc01.html ).

Portanto, se em todas as competições oficiais mundiais realizadas pela FIFA, e somente ela tem essa competência, sempre houve a vaga do país-sede desde 1930, e se o Palmeiras não participou do Mundial de 2000 por que não o quis e ficou chupando o dedo, ficam resolvidas as questões da representação do campeão sulamericano e da vaga do Corinthians como representante do país-sede, no caso como campeão brasileiro, no Mundial de Clubes do Brasil.

Portanto, restou claro e cristalino que:

1) Mundial tem de ter todos os representantes de todas as confederações. Está aí o clube africano que não nos deixa mentir. Não contavam com a astúcia do Todo Poderoso Mazembe!!!  E isso já poderia ter ocorrido há muitos anos se tivessem permitido e dentro de mais alguns anos o campeão não será nem um europeu e nem um sulamericano.

2) Toda competição Mundial da FIFA tem um representante do país-sede desde sempre (1930); olhem aí o Brasil em 2014!!.

3) E o único Mundial da FIFA realmente democrático foi o de 2000: dois grupos de quatro clubes jogando todos entre si, classificando-se o mais bem classificado. Sem o privilégio da Conmebol e da UEFA.

Assim sendo… polêmica, que polêmica???????

PS.: quanto à injustiça sofrida pelo Palmeiras, Boca e outros… reclame-se com a FIFA.

Antonio Carlos de Carvalho

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